Suspeito de esquartejar e matar jogador de futebol fugiu para o Paraguai, acredita polícia | Mato Grosso do Sul
Sete Quedas, em Mato Grosso do Sul, é separada apenas por uma rua do território do Paraguai. Ao lado da cidade brasileira fica Pintoty Porã, por onde Danilo pôde ter iniciado a rota de fuga, de acordo com a Polícia Civil.
A Delegacia de Sete Quedas disponibilizou um número de telefone para que a população faça denúncias anônimas que levem ao paradeiro do suspeito. O número para contato é o (67) 3479-1480.
Mais de uma semana após a polícia apontar Danilo como principal suspeito da morte de Hugo, as investigações caminham para a elucidação do caso em Sete Quedas.
Conforme apurado pelo g1, vários celulares passam por perícia técnica. Para a polícia, algumas conversas entre Rúbia e outras pessoas podem apontar o possível envolvimento de terceiros no crime.
Polícia encontra sangue em casa onde jogador foi morto; reconstituição do crime é feita
A reconstituição foi realizada na casa de Rubia onde, segundo a polícia, no dia 25 de junho o jogador foi morto. Durante o momento, os oficiais contaram com a ajuda de uma testemunha para refazerem os últimos passos do atleta morto.
Jogador é achado morto 7 dias após desaparecer em festa no Paraguai
O jogador Hugo ficou desaparecido por sete dias após ter ido a uma festa em Pindoty Porã, no Paraguai. O atleta desapareceu na madrugada do dia 25 de junho. O sumiço do jovem foi registrado na segunda-feira (26), pela mãe de Hugo, Eliana Skulny.
Segundo a polícia, o jovem morreu com três tiros. Após a morte, suspeitos utilizaram instrumentos cortantes para esquartejar o corpo do atleta. As investigações ainda apontam que o corpo foi esquartejado em pequenos pedaços. Depois, os suspeitos jogaram os restos mortais do atleta no rio Iguatemi.
Os restos mortais foram encontradas durante uma operação de força-tarefa envolvendo as polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).
O reconhecimento foi feito a partir de uma tatuagem que o Hugo tinha no braço, com o nome do pai, falecido há cerca de 2 anos. As partes do corpo foram levadas para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e ainda não foram liberadas.
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