STP: Petróleo da zona conjunta Nigéria-São Tomé e Príncipe com boas perspectivas

As “perspectivas são muito boas” para exploração de petróleo nesta sub-região de Golfo da Guiné – disse o Presidente da Zona Conjunta Nigéria/São Tomé e Príncipe, o nigeriano, Amadji Geldam. 

Amadji Geldam, disse na quinta-feira, 14 de Abril que depois de um relaxamento, que fez com que o conselho de administração tivesse de introduzir incentivos para encorajar a manutenção das médias e das grandes empresas, elas acabaram por abandonar a zona em favor do Golfo do México, na América do Norte. 

O presidente da zona conjunta disse ainda que, “no entanto, com a subida do preço do petróleo no Mundo, perspectivas são muito boas, tudo isso viemos dar conta aos responsáveis do país”. 

Estas declarações foram preferidas pelo Amadji Geldan a imprensa, na capital são-tomense depois da audiência o Primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus no seu gabinete de trabalho na cidade de São Tomé. 

Recorde-se que Geldan, tinha estado a sós no palácio presidencial com o Chefe de Estado, Carlos Vila Nova a quem, deu, igualmente, o ponto da situação da Zona Conjunta Nigéria/ São Tomé e Príncipe. 

É de salientar que o Primeiro-ministro Jorge Bom Jesus tinha interrogado sobre a eficácia da Zona Conjunta de exploração de petróleo e gaz São Tomé e Príncipe/Nigéria, defendendo a necessidade de introduzir outra dinâmica no seu “modus operandi” de modo que tenha impacto no desenvolvimento socioeconómico do país. 

Recorde-se que os dois países subscreveram em Fevereiro de 2001, na sequência do processo de delimitação das fronteiras marítimas e estabelecimento da ZEE, que teve seu início em 1998, um Tratado de Exploração Conjunta dos Recursos Petrolíferos e outros existentes na Zona Conjunta dos dois Estados.

O Tratado institui ainda uma entidade internacional designada de Autoridade de Desenvolvimento Conjunto (ADC) composta por representantes de ambos os países e responsável pela gestão da Zona de Desenvolvimento Conjunto (ZDC) na base de partilha de receitas e despesas em termos de 60% para Nigéria e 40% para STP. 

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