São Tomé e Príncipe preside Comité Consultivo Permanente UNSAC

A educação, segurança marítima, questões climáticas e o combate ao terrorismo estão em discussão na 55ª reunião ministerial do Comité Consultivo Permanente da Nações Unidas para Questões de Segurança da África Central (UNSAC), que decorre em São Tomé e Príncipe.

O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, congratulou-se com esta responsabilidade. O representante especial da ONU para África Central, Abdou  Abarry, disse ser preciso prosseguir o diálogo para que a paz prevaleça na região. Abdou Abarry considerou que São Tomé e Príncipe se deve manter estável durante a sua presidência rotativa do Comité Consultivo Permanente da Nações Unidas para Segurança na Africa Central (UNSAC).

Os onze países que integram o comité permanente das Nações Unidas para a segurança na África Central assumiram o compromisso de continuar a lutar contra o terrorismo e a proliferação de armas ligeiras de pequeno calibre.

A partir desta sexta-feira, o arquipélago assume a presidência rotativa da UNSAC durante seis meses, que estava sob responsabilidade da República do Congo.

A UNSAC foi criada há 30 anos para garantir a segurança na sub-região. É composto por Angola, Burundi, Camarões, Gabão, Guiné Equatorial, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Ruanda e São Tomé e Príncipe.

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