Rocinha cenográfica, reconstituição e tecnologia inovadora: Fantástico mostra detalhes do documentário ‘Cadê o Amarildo?’, do GloboPlay | Fantástico

Rocinha cenográfica, reconstituição e tecnologia inovadora: Fantástico mostra detalhes do documentário ‘Cadê o Amarildo?’, do GloboPlay

Faz dez anos que uma pergunta está no ar: “Cadê o Amarildo?”

Em documentário do Globoplay, a equipe reconstitui os passos do pedreiro que desapareceu na Rocinha e é apontado como um divisor de águas para a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

A versão dos policiais traz uma coincidência impressionante: as câmeras que filmavam a UPP para onde o pedreiro foi levado teriam pifado. Já a família diz que a falha no sistema foi para que o corpo de Amarildo fosse escondido por policiais.

O documentário “Cadê o Amarildo?” reconstitui parte das memórias daquele dia com atores.

“Todas as cenas que a gente usou ali para recontar o caso, foi tudo baseado 100% em cada fala do que foi dito no julgamento de 2014”, conta o roteirista de “Cadê o Amarildo”, Andrey Frasson.

Parte da filmagem ocorreu na Rocinha, mas algumas cenas aconteceram em uma comunidade cenográfica, justamente para causar menos impacto aos moradores por causa da quantidade de gente envolvida no documentário.

Além disso, a escolha também foi para dar segurança aos atores, porque eles subiam e desciam vielas fardados com fuzis cenográficos nas mãos.

A UPP da Rocinha já não existe mais. O filme recriou o lugar do desaparecimento com uma tecnologia nova, como explica o diretor de fotografia Daniel Torres.

“A gente tinha sensores espalhados por todo o teto do estúdio. Tinha um sensor infravermelho que detectava todos os nossos movimentos com a câmera e isso refletia na perspectiva do telão”, conta.

Rocinha cenográfica, reconstituição e tecnologia inovadora: Fantástico mostra detalhes do documentário ‘Cadê o Amarildo?’, do GloboPlay — Foto: Reprodução / Fantástico

O julgamento do caso Amarildo culminou com a Justiça condenando 12 policiais a penas de até 17 anos de prisão, mas todos já estão em liberdade e o pedreiro nunca foi encontrado.

Amarildo e a filha — Foto: Reprodução / Fantástico

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