A “Carta de Moçambique” noticia que “Nyusi diz que programa com o FMI ‘vai doer um bocadinho’”. A “Folha de Maputo” refere que os “Combustíveis em Moçambique são dos mais baratos da África Austral”.
Na Guiné-Bissau “O Democrata” escreve que o “Comandante Manecas confirma a participação do PAIGC no governo da iniciativa presidencial”. Segundo a “ANG”, a “Comissão Permanete recomenda diálogo com partidos e órgãos da soberania para eleição de nova Direcção da CNE [Comissão Nacional de Eleições]”.
A “Inforpress”, agência de notícias de Cabo Verde, publica “Parlamento: PAICV culpabiliza MpD e Governo pela queda de Cabo Verde no Índice da Liberdade de Imprensa”. O “Expresso das Ilhas” avança que o “Presidente da Assembleia da República de Portugal visita Cabo Verde em Julho”.
No Brasil “O Globo” destaca que, “Com saída de Doria, PT cria estratégia para atrair tucanos à campanha de Lula”. Na “Folha de S.Paulo” pode ler-se que “Câmara aprova limite de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] sobre energia, mas estados planejam barrar texto no Senado e no STF [Supremo Tribunal Federal]”.
A “STP-Press”, agência de notícias de São Tomé e Príncipe, informa que o “Governo vai aumentar pensões de reforma e baixar de preço de passaporte e óleo de palma”. A “Téla Nón” menciona que a “Noruega vai ajudar STP [São Tomé e Príncipe] a criar legislação específica para a indústria petrolífera”.
“Ramos-Horta: a prioridade é combater a má nutrição” e “Aprovados três projetos do Ministério da Solidariedade Social e Inclusão” são dois dos temas divulgados pela “Tatoli”, em Timor-Leste.
Em Portugal o “Público” indica que o “IL quer colocar no regimento regras para primeiro-ministro ir às comissões parlamentares”. De acordo com o “Observador”, o “Chega acusa Livre de pretender criar ‘subsídio à preguiça’”.
O “Jornal de Angola” partilha que o “Presidente da República parte hoje para Malabo”, capital da Guiné Equatorial. No “Portal de Angola” lê-se que a “Amnistia Internacional acusa autoridades angolanas de reprimirem organizações da sociedade civil antes das eleições”.
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