A nota endereçada ao coordenador da coligação, Domingos Simões Pereira, também atual presidente da Assembleia Nacional Popular, refere que o encontro se realiza na segunda-feira às 12:00 locais (13:00 em Lisboa).
A nota do gabinete do Presidente guineense especifica que o chefe de Estado no âmbito das suas competências constitucionais vai dar início à audição das forças políticas representadas no parlamento para nomear o primeiro-ministro.
A sociedade civil guineense tem feito críticas à demora na nomeação do novo primeiro-ministro e futuro Governo da Guiné-Bissau, considerando que está a “elevar a tensão política e social e o nível de crispação”, numa altura em que a população enfrenta uma difícil situação económica com a diminuição do poder de compra e uma má campanha de comercialização da castanha de caju.
A Guiné-Bissau realizou em 04 de junho as eleições legislativas, que foram ganhas por maior pela Plataforma Aliança Inclusiva — Terra Ranka, que obteve 54 dos 102 deputados que compõem o parlamento guineense.
Os novos deputados tomaram posse em 27 de julho.
Além da PAI — Terra Ranka, têm representação parlamentar o Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), o Partido de Renovação Social (PRS), que assinou um acordo de incidência parlamentar e governativa com o vencedor das eleições, e o Partido dos Trabalhadores Guineenses (PTG).
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