Menos utilizados não mostraram tanta intensidade, mas deram registo 100% vitorioso
• Foto: FPF
Prova superada. Portugal já tinha assegurado o apuramento para as meias-finais, no primeiro lugar, e cumpriu calendário com uma Malta já afastada da prova com o propósito de garantir o pleno de vitórias na fase de grupos. Milheiro fez a gestão de esforço e disciplinar a que se propunha, mudando (quase) tudo, sem comprometer a identidade da equipa, que se manteve coesa, articulada e autoritária, vencendo sem contestação, apesar do susto imposto por Malta.
Mesmo com as segundas linhas, Portugal mandou sempre. Miguel Falé recebeu da esquerda de João Vasconcelos e encheu o pé, à entrada da área, para dar vantagem aos 8′. Malta teve no guarda-redes Sacco o primeiro e principal construtor de jogo, a desenhar uma estratégia básica: colocar a bola nas costas da defesa lusa, a explorar a velocidade de Tuma. Mesmo sem a intensidade dos habituais titulares, Portugal dominou, circulou a bola e mandou no jogo.
Ao intervalo, Hugo Félix foi a jogo e as ocasiões de perigo passaram a suceder-se. Foi, contudo, já com os ‘titulares’ Rodrigo Ribeiro, Carlos Borges e Martim Marques em campo que Portugal viu Malta chegar ao empate: Diogo Pinto saiu da área para afastar uma bola, mas o guardião atirou contra Tuma, que agradeceu o brinde e atirou para a baliza deserta (72’). A resposta lusa não se fez esperar e Vasconcelos não perdoou e fixou o resultado (2-1), passados três minutos. Resta, agora, a Portugal saber quem terá de deixar para trás (Espanha, Noruega ou Islândia) para chegar à final.
Prova superada. Portugal já tinha assegurado o apuramento para as meias-finais, no primeiro lugar, e cumpriu calendário com uma Malta já afastada da prova com o propósito de garantir o pleno de vitórias na fase de …
Por Mário Duarte
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