A informação foi avançada pelo ministro da Justiça, Administração Interna e Direitos Humanos são-tomense, Cilcio Bandeira dos Santos, no final da assinatura de um programa de cooperação com Portugal na área da segurança e proteção civil, que decorreu em Lisboa.
No final do evento, Cilcio Bandeira dos Santos manifestou a intenção de contar com Portugal ao lado de São Tomé e Príncipe nessa nova etapa da vida do país, a qual chegará com o usufruto do petróleo, cuja primeira perfuração ocorreu em abril.
A pensar nesse tema, o ministro são-tomense manifestou a intenção de ser criada uma comissão que envolva responsáveis dos dois países para “estudar, analisar e propor as ações a ter em conta para que seja assegurada a máxima tranquilidade possível e alcançado o efeito almejado e as aspirações em torno desse recurso” energético.
O ministro da Administração Interna português, José Luís Carneiro, o outro subscritor do programa, garantiu a disponibilidade de Portugal para mais esse apoio.
O governante disse que o seu congénere são-tomense já tinha solicitado, antes da assinatura do documento, que uma parte da formação das forças de segurança se concentrasse especificamente na “segurança de infraestruturas críticas de São Tomé e Príncipe, nomeadamente no domínio de recursos energéticos”.
São Tomé e Príncipe iniciou em abril a primeira perfuração petrolífera na sua Zona Económica Exclusiva (ZEE), num bloco detido pelas empresas Shell e Galp.
Crédito: Link de origem



Comentários estão fechados.