Por que Vaticano dissolveu os jesuítas no século 18 e os readmitiu 40 anos depois

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Antes que o Papa Clemente 14 dissolvesse a congregação fundada por Santo Inácio de Loyola, seus membros foram expulsos de Portugal, França, Espanha e partes da Itália

  • Author, Juan Francisco Alonso
  • Role, BBC News Mundo

Com 14.439 membros, 200 universidades, 850 escolas e milhares de obras sociais, culturais e religiosas espalhadas por 127 países, a Companhia de Jesus era, ao menos até janeiro de 2022, a maior ordem religiosa do catolicismo.

Uma posição que foi reforçada com a eleição, há uma década, de um deles: o argentino Jorge Mario Bergoglio, atual papa Francisco, à frente do Vaticano.

Porém, 250 anos atrás, a congregação fundada por Santo Inácio de Loyola estava prestes a desaparecer da Terra e por decisão daquele a quem jurara obedecer: o então papa.

Em 21 de julho de 1773, Clemente 14 assinou um documento intitulado Dominus ac Redemptor, por meio do qual eliminou os jesuítas da estrutura da Igreja e retirou todos os bens deles.

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