passagem de testemunho entre a Guiné-Bissau e a Nigéria

Na hora do balanço dos 12 meses na presidência rotativa da CEDEAO, o Presidente Sissoco Embalo disse ter desempenhado o cargo com serenidade, determinação e vontade de fazer.

Salientando ser o mais novo entre os chefes de Estado em pleno direito na CEDEAO, Embalo expressou a sua gratidão pela confiança, amizade e solidariedade depositadas na sua pessoa.

Apesar das dificuldades, o Presidente guineense afirmou que sente orgulho pelo trabalho desenvolvido.

Sobre a cimeira em si, que juntou pela primeira vez 12 chefes de Estado em Bissau, os chefes de Estado tomaram nota de que, apesar do contexto mundial difícil, que tem estado a impactar negativamente os preços dos produtos, o crescimento económico na CEDEAO está em 3,9% em 2023.

Também salientaram que persiste a falta de consenso em relação aos critérios para criação da moeda única.

O Burkina Faso, a Guiné-Conacri e o Mali, suspensos da organização, na sequência de golpes de Estado, voltaram a receber advertências dos líderes da CEDEAO no sentido de acelerar a transição e realizar eleições democráticas até 2024.

Os líderes da CEDEAO reafirmaram o seu compromisso em erradicar o terrorismo na zona e assumiram que todos os Estados-membros irão contribuir financeiramente para a activação da Força de Reserva de apoio à luta contra o terrorismo, sempre que se justificar em qualquer país da comunidade.

Ainda sobre a segurança, foram prorrogadas as missões de manutenção da paz na Guiné-Bissau e na Gâmbia, por um período de 12 meses.

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