A organização não-governamental refere, em comunicado, ter registado a “denúncia do rapto e espancamento do cidadão nacional Amadu Ula Embaló, na segunda-feira, perpetrado, mais uma vez, por indivíduos ainda por identificar”.
“Esta sequência interminável dos atos de raptos e espancamentos dos cidadãos por indivíduos nunca identificados, perante o olhar impotente e impune das autoridades policiais do país, tem deixado os guineenses com sentimento de insegurança sem precedente na história recente do país”, sublinha a Liga Guineense dos Direitos Humanos.
A organização não-governamental salienta a curiosidade de “todos os casos de rapto terem como denominador comum críticas ao regime político vigente na Guiné-Bissau” e de o objetivo é “silenciar” as vozes críticas.
“O silencio das autoridades nacionais perante os sucessivos atos terroristas de espancamento dos cidadãos, constitui uma confissão de patrocínio moral dos mesmos”, refere a Liga Guineense dos Direitos Humanos, exigindo aos órgãos de investigação criminal a “urgente identificação” daquele “esquadrão de repressão”.
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