Os peregrinos em causa têm entre 25 e 40 anos e houve, pelo menos, dois que “não comunicaram a chegada a Lisboa, nem se juntaram ao grupo” a que pertenciam, segundo o coordenador.
A posição do coordenador e do bispo de Bissau “é de sancionar” a atitude destes elementos, “a não ser que o Estado português veja de outra maneira”, como vincou. “Isto deixou muito mal as autoridades, as instituições e a comissão que trabalhou nisso”, considerou.
Outro coordenador, o padre Dingana Siga, indicou à Lusa que da diocese de Bafatá viajaram para Lisboa 57 peregrinos e “mais de 30 não regressaram” à Guiné-Bissau.
Como explicou, “cinco jovens ficaram em Portugal porque pediram para fazer algumas consultas médicas” e devem permanecer no país “até final de setembro”. Mas “mais de 30 jovens” deixaram o grupo e não regressaram à Guiné-Bissau.
“É de lamentar”, afirmou, criticando este comportamento que considerou revelar falta “do sentido do que significa ir representar a comunidade”.
“Muitos, talvez, aproveitassem esta oportunidade e não tinham como prioridade a Jornada, já tinham essa intenção [de ficar em Portugal]”, indicou. O padre Dingana Siga acredita que na decisão destes elementos “teve forte influência a diáspora a residir em Portugal e os familiares que lá vivem”.
“Deixou-nos muito tristes, estávamos à espera de um comportamento diferente”, disse. Ainda assim, o responsável considerou que a participação guineense “foi muito positiva”, com o país representado em diversos atos da JMJ, que decorreu de 1 a 6 de agosto em Lisboa.
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