Lula da Silva em Angola para visita de dois dias com foco na cooperação


O programa oficial da visita de Luiz Inácio Lula da Silva tem início na sexta-feira, com a deposição de uma coroa de flores no sarcófago do primeiro presidente angolano, António Agostinho Neto, seguindo daí para o Palácio Presidencial, onde terá um encontro com o chefe de Estado angolano, João Lourenço, segundo uma nota do gabinete de imprensa da Presidência angolana.


Após a reunião dos dois chefes de Estado, serão assinados acordos em várias áreas de cooperação, nomeadamente nos setores da agricultura, saúde, educação, sobre pequenas e médias empresas, processamento de dados na administração pública, transportes.  


A visita prossegue na sexta-feira à tarde com uma sessão solene na Assembleia Nacional.


No mesmo dia decorre um Fórum Económico entre Angola e Brasil, com a participação de 500 empresários e cujo encerramento contará com a presença dos dois presidentes.


Segundo o embaixador brasileiro em Luanda, Rafael Vidal, a visita “é reflexo da elevada prioridade que o Governo brasileiro atribui à relação com o continente africano de forma geral, e com Angola em particular”.


No sábado, Lula da Silva vai inaugurar um novo espaço no Instituto Guimarães Rosa (Centro de Cultura Angola-Brasil) e encontrar-se com a comunidade brasileira residente em Angola, fechando o programa oficial da visita no Palácio Presidencial.


A comunidade brasileira em Angola ronda as 27 mil pessoas e é, de acordo com o diplomata brasileiro, “de longe” a maior em África.


Acompanham o Presidente brasileiro seis ministros – incluindo os da Saúde, Direitos Humanos, Igualdade Racial e Relações Exteriores ,- a maior comitiva de sempre em visitas de Lula da Silva ao exterior, e 170 empresários brasileiros.


Lula da Silva despede-se de Luanda no domingo de manhã, partindo para São Tomé e Príncipe para participar na XVI conferência de chefes de Estado e de Governo, que decorre no próximo domingo na capital são-tomense, sob o lema “Juventude e Sustentabilidade”.


A CPLP integra Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.


 


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