Os catorzes pescadores são-tomenses que tinham sido detidos nas águas territoriais do Gabão, acusados de pesca ilegal, foram postos em liberdade.
Ainda assim, a armador terá de pagar uma multa de 15 mil euros pela libertação da embarcação e da respectiva tripulação pela prática de pesca ilegal, inicialmente a multa estava fixada em 50 mil euros.
O primeiro-ministro de São Tomé referiu que libertação resultou da mediação diplomática do executivo e disse esperar que o armador pague a multa.
“A multa era de 30 milhões de CFA, o equivalente a 50 mil euros, mas ficou em 15 mil euros. [Um valor] que o armador vai ter de pagar. Espero que ele pague”, explicou.
A prática de pesca ilegal é comum nos países fronteiriços do golfo da Guiné, uma situação que Patrice Trovoada quer evitar, solicitando o apoio de alguns parceiros nomeadamente da União Europeia.
“Nos temos envolvido a União Europeia e alguns países que, a nível bilateral, têm uma postura bastante pro-activa. Portugal vai reforçar os meios de vigilância com São Tomé e Príncipe. Temos a Dinamarca, a França…”, nota o primeiro-ministro.
Os pescadores devem chegar esta sexta-feira, 31 de Março, a São Tomé e Príncipe.
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