Lukashenko afirmou que as tropas lideradas por Prigozhin seguem em seus campos, cuja localização ele não especificou. Antes da rebelião, o Grupo Wagner combatia junto às forças russas no leste da Ucrânia.
Os comentários do líder belarusso indicam quão incertos são os termos e a implementação do acordo que encerrou o motim dos combatentes liderados por Prigozhin, que, segundo Putin poderia ter mergulhado a Rússia numa guerra civil.
“Prigozhin é absolutamente livre”
Nesta quarta-feira, a televisão estatal russa lançou ataques a Prigozhin e afirmou que uma investigação sobre o motim segue em curso. Foram exibidas imagens da polícia entrando na residência do líder paramilitar, uma luxuosa mansão. Desde o motim, negócios de Prigozhin no país foram alvo de operações de busca ou fechados.
As imagens mostraram um esconderijo de armas, barras de ouro, maços de dólares e uma coleção de perucas e de marretas, que pertenceriam a Prigozhin. Haveria também uma coleção de selfies do chefe do Grupo Wagner usando as perucas e uniformes estrangeiros.
Nesta quinta, Lukashenko afirmou ter concordado em se reunir com Putin para discutir a situação do líder do Grupo Wagner. Prigozhin é “absolutamente livre”, e Putin não irá “eliminá-lo”, disse o presidente belarusso.
Lukashenko também afirmou não ver uma eventual presença de tropas do Grupo Wagner como uma ameaça a Belarus.
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