Liga dos Bombeiros Portugueses fala em processo burocrático imposto pelo Governo que está a atrasar pagamento de ajudas de custo.
Exclusivos
• Foto: Ricardo de Almeida
Bombeiros
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) denunciou ao CM que pelo menos 30 dos 144 operacionais que integraram a missão portuguesa no Chile, em fevereiro, para ajudar no combate aos fogos que devastaram aquele país sul-americano, são credores do Estado em cerca de 48 mil euros: 1600 euros a cada um.
Segundo António Nunes, presidente da LBP, na origem desta dívida “está um processo burocrático que o Governo, através do Ministério da Administração Interna, impõe para o pagamento das ajudas de custo aos participantes nestas missões”. Trata-se, explica António Nunes, “de um processo de equivalência à Função Pública, e que é gerido pela Direção-Geral do Orçamento”. Entre os 30 bombeiros mencionados pela LBP, existe um caso mais grave. “Trata-se de um bombeiro voluntário que ficou sem receber o salário do seu emprego”, acrescentou António Nunes.
A cada bombeiro, segundo a tabela em vigor na Função Pública, é devida uma ajuda de custo de 100 euros/dia. “A missão durou 16 dias. Os 48 mil euros que estimamos são calculados com base neste valor. Receamos que os bombeiros que integraram a missão mais recente no Canadá também sofram do mesmo atraso”, concluiu António Nunes. O CM pediu uma reação ao Ministério da Administração Interna, que não chegou em tempo útil.
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) denunciou ao CM que pelo menos 30 dos 144 operacionais que integraram a missão portuguesa no Chile, em fevereiro, para ajudar no combate aos fogos que devastaram aquele país sul-americano, são credores do Estado em cerca de 48 mil euros: 1600 euros a cada um.
Segundo António Nunes, presidente da LBP, na origem desta dívida “está um processo burocrático que o Governo, através do Ministério da Administração Interna, impõe para o pagamento das ajudas de custo aos participantes nestas missões”.
Crédito: Link de origem



Comentários estão fechados.