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Em apresentação na Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, de onde seguirá para Malafo, na Guiné-Bissau, Bibliotera tem a curadoria colectiva de Filipa César, Marinho de Pina e Marta Lança.
Bibliotera é um projecto cujo conceito nos conduz a uma “biblioteca que vem do chão, de um saber mais horizontal”.
Em Bibliotera, o livro e as narrativas orais são como que equivalentes.
Nesta biblioteca em construção, “os livros, em catalogação e desarrumação permanentes, são acompanhados por leituras, debates, performances, reflexões sobre escrita, oratura, autoria, produção de conhecimento, circulação, apropriação de saberes e, claro, sobre o próprio conceito de biblioteca e seus conflitos.”
A RFI esteve em Coimbra, falou com o trio responsável pela curadoria desta “biblioteca sem espartilhos”, Filipa César, Marinho de Pina e Marta Lança, e com Sumaila Jaló, membro da associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Coimbra.
Filipa César começa por nos revelar como esta Bibliotera está ligada a um projecto, que já tem alguns anos, de uma biblioteca em movimento e o recuperar do arquivo cinematográfico da Guiné-Bissau.
Para saber mais informações sobre a Bienal de Coimbra clique aqui.
Bibliotera, a ponte entre a Bienal de Coimbra e a Guiné-Bissau
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