Austrália-Portugal, 34-14: dez minutos infernais – Râguebi

Seleção perdeu com os wallabies, mas o sonho de fazer história não esteve assim tão longe



• Foto: Reuters



Portugal foi do ‘céu’ ao ‘inferno’ em apenas 10 minutos, na derrota com a Austrália, por 34-14. Foi o tempo da inferioridade numérica pelo cartão amarelo a Pedro Bettencourt (15’), que pouco antes tinha levado os Lobos ao ‘céu’ com um ensaio (12’) que deu vantagem (7-3) no marcador, e assistiu no ‘banco do pecado’ ao desmoronar do sonho. Os australianos comprovaram que, apesar de feridos, são uma das melhores seleções e capitalizaram a superioridade com três ensaios, que dispararam o marcador para 24-7 e deixaram os Lobos sempre fora do resultado. Mas não fora de combate!

Portugal conseguiu um segundo ensaio, por Rafael Simões (70’) e antes disso já o videoárbitro tinha invalidado toques de meta de Nicolas Martins (36’) e Mike Tadjer (60’). O talonador disse que “o árbitro tem sempre razão”, mas a World Rugby bem podia evitar nomear um árbitro georgiano para um jogo do mesmo grupo que a Geórgia e de uma equipa que, por sinal, até luta pelos mesmos objetivos. Adiante…

Na tribuna, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, assistiram a mais uma grande exibição dos Lobos, que voltam a sair com amargo de boca. Como disse o adjunto João Mirra, na zona mista, “há uns meses, comprávamos este resultado com orgulho, mas hoje, deixa-nos insatisfeitos”. Porque, como já tinha dito Patrice Lagisquet, Portugal joga “um râguebi total que diverte espectadores e os próprios jogadores”.

“O que evoluíram em dois meses e meio de preparação, como se transformaram, como conseguiram desafiar fisicamente esta Austrália é incrível. Mas há alguma frustração, pois se tivéssemos um pouco mais de experiência podíamos ambicionar mais, temos um enorme potencial ofensivo”, disse o selecionador.



Portugal foi do ‘céu’ ao ‘inferno’ em apenas 10 minutos, na derrota com a Austrália, por 34-14. Foi o tempo da inferioridade numérica pelo cartão amarelo a Pedro Bettencourt (15’), que pouco …




Por Sérgio Lopes




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