As notas dos jogadores de Portugal diante da Islândia: o Rei que já vimos – Euro 2024

Em Reiquiavique foi preciso esperar pelo fim para a festa que Portugal tanto procurou, mas sem ter a mestria necessária para o conseguir. Primeiras apostas do banco lançaram o capitão, que voltou a decidir.

Destaque de Portugal: Cristiano Ronaldo (nota 3)
200 Jogos 123 golos

Os astros do futebol mundial têm a capacidade de decidir um jogo mesmo que estejam a protagonizar exibições pouco felizes. Foi o caso do capitão de Portugal, que surgiu ao segundo poste para desviar com sucesso a bola enviada por Gonçalo Inácio. Explodiu de alegria com a validação do VAR, já que se tratava de um jogo especial, pela fasquia das 200 internacionalizações. Ronaldo tinha tido um cabeceamento perigoso aos 49’, mas o restante encontro tinha sido marcado por foras de jogo, finalizações pouco assertivas e até um amarelo por simulação de falta.

Diogo Costa 3
14J 9G

Não foi um encontro em que o guarda-redes português tenha sido bastante solicitado, mas quando o fez demonstrou total segurança nas suas ações, como a defesas ao cabeceamento de Hördur Magnússon, aos 23’. Ainda se esticou para o remate forte de Willumsson, aos 73’, que saiu pouco ao lado do poste.

Rúben Dias 3
48J 2G

Foi sua a primeira ameaça séria de Portugal à baliza islandesa, através de um remate de cabeça na sequência de um pontapé de canto e que obrigou o guardião contrário a aplicar-se. No plano defensivo, mostrou-se atento.

Pepe 3
134J 8G

Na primeira parte apareceu com pujança na área contrária, nas situações de bola parada, tendo testado a atenção do guarda-redes nórdico aos 16’ e até enviou uma bola ao poste aos 22’, no entanto esse lance foi anulado por falta sobre o guarda-redes. Teve algum trabalho a defender, mas cumpriu a missão.

Danilo Pereira 3
68J 2G

Começou a atuar como o elemento mais à esquerda da linha defensiva de Portugal e, a partir das primeiras substituições de Roberto Martínez, passou para o meio-campo. Um par de lapsos no passe, mas somou boas ações defensivas, como aos 41’, quando travou jogada de Finnbogasson.

Diogo Dalot 3
12J 2G

O jogo ofensivo de Portugal passou, em boa parte, pelo lado esquerdo, mas à direita Dalot conseguiu fazer um jogo equilibrado. Apesar de não ter tido um imenso volume de incursões ofensivas, teve critério quando o fez. No plano defensivo, teve uma ou outra hesitação, mas não se deixou afetar pelo cartão amarelo visto aos 27’.

Rúben Neves 3
41J 0G

Foi um dos primeiros jogadores sacrificados na segunda parte, depois de uma exibição onde emprestou alguma mobilidade, não se limitando a estar na zona mais recuada do meio-campo. Envolveu-se no processo criativo até descobriu Bruno Fernandes para uma situação que poderia ter sido perigosa, aos 15’.

Bruno Fernandes 3
57J 15G

O médio do Manchester United lutou e foi o homem das bolas paradas, algumas delas a provocar situações de perigo junto da baliza islandesa. Esteve quase sempre envolvido no jogo e procurou servir os companheiros em ambos os corredores.

João Cancelo 2
44J 8G

Inicou o encontro enérgico e procurando explorar a sua velocidade. Tentou combinações com Rafael Leão, mas com o passar do tempo foi perdendo lucidez quando devia decidir e não foi surpreendente a opção de Martínez o retirar aos 67’.

Bernardo Silva 3
82J 11G

Denotou algumas dificuldades na missão sem bola, sendo que com ela nos pés também esteve uns furos abaixo daquilo que já mostrou. Ainda assim, na segunda parte conseguiu um ou outro pormenor interessante e envolveu-se na jogada que resultou no golo decisivo.

Rafael Leão 2
19J 3G

Outro jogador a quem a partida de ontem não correu de feição. Rafael Leão tem muito para dar, disso não restam dúvidas, mas parece ainda não se sentir como peixe na água. Aproveitou a sua velocidade para tentar desequilibrar os adversários, mas pecou nas decisões e teve sempre marcação cerrada dos defesas contrários, sobretudo Pálsson.

Gonçalo Inácio 3
2J 0G

Entrou para o lado esquerdo do trio defensivo e acabou por ter grande protagonismo no jogo, ao ter servido Cristiano Ronaldo para o golo de Portugal.

Raphael Guerreiro 3
64J 4G

Foi das primeiras apostas de Roberto Martínez, aos 67’, e não perdeu tempo a dar-se ao jogo na tentativa de ajudar a equipa a desatar o nó. Aos 73’, cabeceou muito por cima da baliza da Islândia, mas foi do seu pé esquerdo que saiu a bola perfeita em direção a Gonçalo Inácio, no lance do golo decisivo.

Otávio 2
14J 3G

Energia e novas ideias para o processo ofensivo na reta final.

Vitinha 2
10J 0G

A sua qualidade no toque de bola notou-se de imediato em campo, tendo desenhado uma boa jogada aos 86’.

Diogo Jota 1
32J 10G

Entrou já nos descontos, depois de o VAR ter confirmado a legalidade do golo de Ronaldo.


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