Aldeias Históricas de Portugal distinguidas pela Organização Mundial do Turismo

A Organização Mundial do Turismo distinguiu as 12 Aldeias Históricas de Portugal como destino exemplar de boas práticas a nível internacional. É o reconhecimento do trabalho feito nas áreas da reabilitação urbana, acessibilidades e sustentabilidade.

Dalila e Jorge sabem que o caminho é ainda longo na valorização das aldeias históricas, No entanto, a coordenadora da rede das Aldeias Históricas e o animador turístico, que é também autarca, nascido e criado em Sortelha, acreditam que estão a dar os passos certos.

A recente distinção da Organização Mundial do Turismo, que considera o projeto como destino exemplar a nível internacional, é prova disso.

“É uma projeção mundial. Se já éramos conhecidos, vamos ser ainda mais, não só pelo nosso património, mas pelas nossas boas práticas”, diz Jorge Lourenço.

“Podemos trazer os melhores artistas e “influencers”, mas a comunidade é que é a base de todo o nosso processo”, afirma Dalila Dias.

O trabalho feito no terreno nas 12 aldeias históricas é tido como exemplo setor do turismo e Sortelha é um dos casos.

“Não temos de viver como no século XIX”

Há intervenções em várias frentes e a reabilitação do aglomerado habitacional é trabalho que salta à vista.

“Acompanhei desde o início. Seriamos mais uma aldeia se não fossem essas obras”, conta Jorge Lourenço, afirmando que tudo é feito “sem descaracterizar o nosso património”.

Na prática é a preocupação com a sustentabilidade e o equilibrio entre o desenvolvimento e a defesa do património histórico.

“Ter este magnifico património classificado não significa que tenhamos de viver como no século XIX (…) não é esse o objetivo, mas atrair mais pessoas e investidores”, explica Dalila Dias.

Uma visão estratégica que tem dado bons frutos. As 12 aldeias históricas são exemplo de inspiração e boas práticas, ao lado de outros seis a nível mundial.

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