“O covarde assassinato do procurador Marcelo Pecci na Colômbia deixa toda a nação paraguaia de luto”, escreveu Abdo Benítez no Twitter.
“Condenamos com veemência este ato trágico e redobramos nosso compromisso com a luta contra o crime organizado”, acrescentou.
Em declarações posteriores a jornalistas, ele prometeu continuar “na luta contra o crime organizado” e classificou o caso como “muito doloroso, muito difícil”.
Ele também disse ter conversado por telefone com o presidente da Colômbia, Iván Duque, e com o governo dos Estados Unidos, que prometeu apoio para esclarecer o ocorrido.
Pecci, de 45 anos, era um procurador especializado em crime organizado, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
Ele se casou com a jornalista paraguaia Claudia Aguilera no dia 30 de abril, e os dois viajaram para a ilha de Barú, na Colômbia, para passar a lua de mel.
A imprensa paraguaia informou que Pecci sofreu um ataque a tiros de homens desconhecidos. Ele participava, no Ministério Público, da chamada operação “Ultranza”, dirigida contra o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro, e nas investigações sobre o ataque a um show no qual morreram duas pessoas em janeiro, entre elas a modelo e influenciadora digital Cristina ‘Vita’ Aranda. EFE
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