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Esta semana chegou à Guiné Bissau uma nova força de manutenção da Paz da CEDEAO, oficialmente ainda não há nenhuma indicação sobre a composição desta força, mas fontes das Forças Armadas da Guiné-Bissau disseram à RFI que deve integrar 631 militares.
Ainda na Guiné Bissau, o Presidente Umaro Sissoco Embaló, deu posse a uma comissão encarregue de escrever um livro sobre a história da luta armada pela libertação do país. A comissão é integrada pelo antigo chefe da diplomacia “Huco” Monteiro, e pelos investigadores Carlos Cardoso, Rui Semedo, Julião Soares Sousa e João Pinto Có.
Em Angola, os médicos suspenderam, por um mês, a greve que durava desde 21 de Março, devido à elevada mortalidade registada nos hospitais e acusaram o Governo de ter iniciado “uma caça às bruxas”.
Em Cabo Verde, face à diminuição dos casos positivos, o governo levantou algumas restrições impostas pela covid-19. O uso da máscara deixou de ser obrigatório nos espaços fechados.
Em Moçambique, a Comissão Nacional Eleitoral afirma estar a criar condições para a realização de eleições autárquicas livres- justas e transparentes- em Outubro do próximo ano. A garantia é do porta-voz da Instituição, Paulo Cuinica, face às preocupações manifestadas pelos partidos políticos e das organizações da sociedade civil.
Em São Tomé e Príncipe, a ADI, partido na oposição, criticou a alusão do primeiro-ministro Jorge Bom Jesus às denúncias no blog Maka Angola da existência de uma dívida oculta total de 30 milhões de dólares, envolvendo o arquipélago e a China Sonangol Investment. Alexandre Guadalupe, porta-voz da ADI, afirma que o objectivo é atingir e ex primeiro-ministro, Patrice Trovoada, eleito recentemente para a liderança do partido.
Entretanto, esta sexta-feira, o MLSTP/PSD pediu ao Ministério Público a reabertura da investigação ao empréstimo de 30 milhões de dólares de Angola, ocorrido durante o Governo do ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, em 2019.
Ainda no país, o partido do primeiro-ministro Jorge Bom Jesus denunciou “claros contornos de usurpação de poderes” na decisão do Presidente da República, Carlos Vila Nova, de recusar o pedido do executivo para exonerar o Governador do Banco Central, Américo Barros, deixando ainda críticas à oposição.
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