Portugal-Bielorrússia, 6-1: o muda aos três e acaba aos seis – Sub21

Frágil Bielorrússia ainda cometeu o feito de empatar, mas a diferença de qualidade é enorme



• Foto: Ricardo Jr.



Eis aquele típico jogo do muda aos três e acaba aos seis! Um daqueles jogos a fazer-nos recuar aos momentos de infância, na pelada da rua, quando geralmente o mais ‘gordito’ ia à baliza e o dono da bola é que determinava o fim!

Deu prazer esse tempo, tanto como o gosto que dá ver esta equipa de Rui Jorge, ciente de todos os momentos, agressiva a defender quando pouco há para defender, numa reação à pouca perda da posse que acaba por ser decisiva para mais uma goleada.



Portugal, em suma, colocou mais um visto na folha de serviços rumo à fase final do Europeu de sub-21 de 2025, carimbando a terceira vitória consecutiva e a segunda goleada frente à frágil Bielorrússia, que se pode gabar de ter cometido o feito de ainda marcar um golo, na altura até em jeito de escândalo porque foi o do momentâneo empate a uma bola, no primeiro remate à baliza de Samuel Soares e na sequência de um canto que apanhou os defesas lusos a dormir na forma…

Uma ligeira distração , como já se percebeu, num jogo naturalmente dominado pela equipa de Rui Jorge e que até ficou a dever alguns golos, em função das muitas oportunidades que criou. O selecionador, de resto, geriu sem stress toda a qualidade que tem e quem entrou foi sempre para acrescentar algo mais ao jogo, com destaque para as estreias nesta categoria de Hugo Félix e Tiago Morais.

OS DESTAQUES

FRANCISCO CONCEIÇÃO (4) –  Fez o túnel a Kasarab, quenem sabia onde estava, contornou-o e atirou de pé direito para o 3-1! Tudo dito…

Samuel Soares acaba por não fazer uma defesa e ainda sofreu um golo no primeiro remate do adversário, mas estava tudo controlado mesmo numa defensiva em que Rodrigo Gomes passou com nota alta no teste a lateral e até fechou a goleada que Renato Veiga abriu, um parceiro perfeito para Tomás Araújo. Na esquerda, Rafael Rodrigues esteve muito ativo no apoio ao ataque e, no meio-campo, Dário Essugo, João Marques e Paulo Bernardo foram fundamental a não deixar respirar o adversário, servindo sempre com perigo os avançados Henrique Araújo e Fábio Silva. Na segunda parte, todos os que entraram foi para somar mais qualidade e Mateus Fernandes também faturou.



Eis aquele típico jogo do muda aos três e acaba aos seis! Um daqueles jogos a fazer-nos recuar aos momentos de infância, na pelada da rua, quando geralmente o mais ‘gordito’ ia à baliza e o dono da bola é…




Por António Mendes




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