Cruz Vermelha de Cabo Verde vai investir nas ações sociais da Bolsa de Valores, diz presidente

Arlindo de Carvalho, que falava à imprensa na sequência da tomada de posse do novo Conselho Local de São Vicente, asseverou que a Bolsa de Valores tem “soluções inovadoras” como o `Social Bond´ (ações sociais), que é justamente direcionado para instituições que querem ter suporte em atividades geradoras de rendimento.
Daí a aposta, sublinhou, para mobilizar recursos e desenvolver esses projetos.

O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde enumerou ainda outros “desafios” que a entidade humanitária tem pela frente, entre os quais de “revolucionar” com um projeto que “já está practicamente concluído” os jogos sociais no País.

E para isso, segundo a mesma fonte, conseguiram uma plataforma que “ultrapassa, em termos de novidades tecnológicas, a plataforma de Euromilhões, o sistema francês e o sistema americano”, afiançou.

Por outro lado, di-lo Arlindo de Carvalho, estão a desenvolver um “projeto revolucionário” que é a Loja Social, que, sublinhou, irá trabalhar com empresas e firmas comerciais “no sentido de fazer chegar os produtos às pessoas e arrecadar recursos para financiar os projetos sociais destinados às populações mais vulneráveis”.

Entretanto, conforme a mesma fonte, a Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV), apesar de dar continuidade a parte humanitária, pretende mudar a sua forma de trabalhar, prestando serviços às instituições públicas e empresas.

“Muitos serviços que estão a cargo de instituições da República vão passar para a Cruz Vermelha, no quadro de um contrato a ser celebrado”, anunciou Arlindo de Carvalho

No leque de outras “inovações”, o responsável considerou estarem também “praticamente concluídos” os projetos da Escola Nacional de Saúde e Equidade de Cuidados, a criação e montagem de uma unidade de análises clínicas e ainda um projeto de prestação de serviço de fisioterapia e assistência psicossocial.

Tudo isso, asseverou, dando mostras que a instituição está a fazer um “bom trabalho”, tanto assim é que, regozijou-se, foi avaliada como “uma das melhores” a nível do continente africano e agora deverá ter uma categoria nova atribuída pelo Comité Internacional da Cruz Vermelha.

Como mostras ainda da projeção mundial, Arlindo de Carvalho explicou que a CVCV está a ser disputada para mobilizar votos para as candidaturas à presidência da Federação internacional da Cruz Vermelha, cuja eleição está agendada para o mês de Dezembro.

Inforpress

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