Rodrigo Santoro explica como mantém a privacidade nas redes: ‘Encontrar formas de fazer, mas sem me ferir’ | TV & Famosos
Rodrigo Santoro é uma das atrações da Rio Inovation Week nesta quinta (5). Realizado desde a última terça (3), o evento de inovação e tecnologia reúne mais de 1,7 mil pessoas e conta com presenças como Xuxa, Anitta, Luciano Huck entre outros. O ator falou sobre O Poder da 7ª arte: Do cinema ao digital.
No papo, Rodrigo opinou sobre o uso de Inteligência Artificial (IA) e das redes sociais. Questionado se venderia sua imagem para uso de inteligência artificial, o ator ficou em dúvida. Ele ainda comentou sobre pontos em que, em sua opinião, que a IA ainda é falha.
“Se me perguntassem agora, eu diria que não. Mas não sei. Não sei como estarão as coisas, é tudo muito novo. A gente tá entendendo, engatinhando em como lidar”, explica Santoro.
“Fazer expressão, franzir a testa é uma coisa. Mas o que conecta é o olho no olho. A janela da alma. Isso eu acho que a máquina não consegue fazer. Por mais que a gente converse, que a gente se abra, que a gente faça terapia – e eu faço -, existe um lugar que é só seu. Na nossa cabeça tem sempre um board de coisas. Eu não sei se isso a IA tem”.
“Ao que parece, a IA não tem autonomia, não tem vontade própria. A nossa mente é muito semelhante em alguns aspectos com a máquina. Quando eu vou criar um personagem, aquele personagem costuma ser um compilado das coisas que vi, senti. Então não deixa de ser um banco de dados”
No papo com o apresentador Igor Coelho, Rodrigo explicou como era a tecnologia em um de seus filmes de sucesso, 300, lançado em 2006.
“Esse filme foi todo feito em um fundo azul, em volta de nada e o trabalho foi feito todo em pós-produção. O que você vê no resultado final sou eu falando com uma fita crepe rosa. Três anos depois, no ‘300’ 2, eu sabia que a tecnologia ia me ajudar. E não era uma fita crepe, era uma bola de tênis”, conta.
Presença nas redes sociais
Com quase 2 milhões de seguidores , Rodrigo fala que tem se tornado mais participativo e atuante nas redes sociais, até por conta dos trabalhos.
“Cada vez mais aprendendo a lidar. O Instagram é um ótimo exemplo. Quando surgiu foi difícil. Logo fui percebendo que era difícil participar. Até os estúdios que me contratavam falavam que era importante fazer posts”, explica.
Discreto nas redes, o pai de Nina, de seis anos, Rodrigo explicou como tem feito para estar mais ativo nas redes mas sem perder sua privacidade.
“Tentei encontrar formas de fazer, mas sem me ferir. Fazer da minha forma. Qual a forma de eu me expressar que seja coerente com o que eu sou? Em vez de quantos likes ou eu vou ter ou quanto engajamento eu vou gerar”, explicou Rodrigo, que precisou ser acompanhado por oito seguranças para conseguir sair do evento por conta do assédio dos fãs.
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