Equipa supera ventos contrários e dá a volta a uma seleção que em tempos era inacessível
• Foto: José Gageiro/Movephoto
Grande vitória das Navegadoras na 2ª jornada da Liga das Nações, deixando tudo em aberto num grupo em que a Noruega, em circunstâncias normais, seria a principal candidata a fazer frente à França.
Eis, pois, mais uma demonstração de plena emancipação da equipa das quinas, a dar a volta a uma seleção que, em tempos, quando foi campeã mundial (1995) e europeia (1987 e 1993), era completamente inacessível.
Tudo começou, aliás, com um exemplo desse poder que ainda está, a espaços, interiorizado pelas norueguesas. Um tiro de Frida Maanum de fora da área, aos 32 minutos, colocou Portugal em sentido, mas a equipa de Francisco Neto não esmoreceu, mantendo a estratégia de até conceder algum domínio para depois partir em transições rápidas que fizeram toda a diferença ainda antes do intervalo. Os golos de Andreia Jacinto e de Carole Costa, no primeiro penálti da defesa-central, resultaram numa reviravolta que deixou as nórdicas sem perceber como estavam a perder um jogo que tinham começado a ganhar com o primeiro remate enquadrado nas duas balizas.
A resposta veio por Terland, que obrigou Patrícia Morais e duas grande defesas. A Noruega ainda chegou ao 2-2, mas Catarina Amado ganhou um novo penálti, com o qual Carole Costa bisoue garantiu a vitória.
FIGURA DO JOGO
A defesa-central CAROLE COSTA foi de fibra e decidiu em raiva pela forma como marcou e festejou os dois penáltis
Grande vitória das Navegadoras na 2ª jornada da Liga das Nações, deixando tudo em aberto num grupo em que a Noruega, em circunstâncias normais, seria a principal candidata a fazer frente à França.
Por António Mendes
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