Cerimónia de aniversário do EMGFA marcada por recados ao Governo sobre os efetivos.
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• Foto: FILIPE AMORIM/LUSA
Presidente da República passou revista às tropas em parada
“O que verdadeiramente importa é um Portugal forte na sua independência, na sua soberania. O que importa é que as nossas Forças Armadas tenham o efetivo e as capacidades necessárias, e que esses efetivos não saiam ao ritmo que têm saído. Se não é agora, em tempos de guerra [na Ucrânia], quando será que vamos atualizar capacidades? Não acreditemos que serão outros, contratados no estrangeiro, a ocupar esses lugares. Se queremos um Portugal forte, temos de ter Forças Armadas fortes”. O alerta, que serviu de recado a ministros e deputados, foi feito esta terça-feira por Marcelo Rebelo de Sousa na cerimónia do 49.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
“Sem mulheres e homens militares, poderemos sonhar com navios, blindados ou aeronaves, mas não teremos quem os possa tornar úteis”, acrescentou o Presidente da República. Um ‘recado’ deixado perante a cúpula militar nacional e a ministra da Defesa. “Importa que o estatuto militar esteja à altura das legítimas aspirações dos candidatos e dos militares. Importa que que as novas leis da programação militar e das infraestruturas militares, que dão inegáveis passos positivos, sejam efetivamente cumpridas e, se possível, não deixando o que seja mais premente para daqui a oito a doze anos”, apontou Marcelo.
PORMENORES
Carreiras
O chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas apelou à “revalorização de carreiras”.
Plano a três anosO general Nunes da Fonseca (CEMGFA) apresentou um plano de seis pontos para aplicar em três anos.PrioridadesO desenvolvimento das capacidades conjuntas das Forças Armadas, a retenção de efetivo e a saúde militar são prioridades do CEMGFA.
“O que verdadeiramente importa é um Portugal forte na sua independência, na sua soberania. O que importa é que as nossas Forças Armadas tenham o efetivo e as capacidades necessárias, e que esses efetivos não saiam ao ritmo que têm saído. Se não é agora, em tempos de guerra [na Ucrânia], quando será que vamos atualizar capacidades?
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