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O fim de semana foi inegavelmente deles.
Marcos Kwiek e Danielle Santarelli.
República Dominicana campeã da Norceca e Turquia, pela primeia vez campeã da Europa. E dessa vez sem desculpas ou desfalques do outro lado da quadra.
Estados Unidos, ouro olímpico, e Sérvia, campeã mundial, estavam com força máxima, algo que valoriza ainda mais as respectivas conquistas.
A era Santarelli é realidade.
A evolução da Turquia sob comando dele é inegável. É verdade que Melissa Vargas mudou a cara de uma seleção eternamente coadjuvante para protagonista.
É assim por onde passa.
Mas apenas uma peça pode mudar o tabuleiro?
Sim, no caso da Turquia, sim.
Vargas é na atualidade uma das principais opostas do vôlei mundial.
O título da Norceca foi também uma vitória do planejamento de Marcos Kwiek.
O treinador brasileiro, que só não deu certo em Bauru, poupou as estrelas da seleção dominicana e priorizou a competição continental.
Agiu bem.
Brayelin na ponta e Gonzales de oposta.
Diferente da Turquia que tem situação confortável em relação ao ranking e classificação olímpica, a República Dominica está no limite.
A seleção terá Sérvia e China no pré-olímpico como adversárias.
O título da Norceca foi fundamental, mas a Dominicana poderá precisar da VNL de 2024 pensando na vaga para Paris.
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