Avião da TAP que leva Papa Francisco de regresso já aterrou em Roma – Observador

Para Luís Marques Mendes, a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa “vai ficar na História” por ser a primeira depois da pandemia e também depois “de uma polémica desgastante em que a Igreja esteve envolvida, por causa dos abusos”.

Apesar disso, “não há dúvida nenhuma” de que o evento está a ser reconhecido, “cá dentro e lá fora”, como um sucesso que “superou todas as expectativas”. No espaço de comentário semanal que tem na SIC, o antigo líder do PSD considerou que “o dinheiro que foi gasto [para organizar a JMJ] não foi uma despesa”, mas sim um “investimento que há-de ter retorno”.

De seguida, Marques Mendes enumerou os “sucessos” daquela que caracterizou como uma “jornada inesquecível”: sucesso para a Igreja enquanto instituição que “deu uma prova de força e de unidade, mas mais importante deu uma prova de humildade e de vontade de reconciliação”; sucesso para os fiéis; sucesso para os “não crentes”.

“Mesmo aqueles que não foram até hoje tocados pela fé, acho que saíram tocados” pela mensagem de “esperança, confiança, mensagem social que o Papa passou nesta JMJ”. “Ninguém ficou indiferente”, vincou.

Questionado sobre a figura de Francisco, Luís Marques Mendes indicou que este Papa é um “caso muito especial, um caso invulgar na Igreja Católica”. Para o antigo líder do PSD, ninguém fica indiferente às mensagens que são passadas pelo chefe da Igreja Católica — que tem um “forte carisma” e que consegue ser “admirado por católicos, por não católicos, por crentes e por não crentes”. “Isto não é normal, mas é uma mais-valia muito grande quer para a Igreja quer para a sociedade”, notou.

É a “bondade, a proximidade com as pessoas, a simplicidade e a coragem” que tornam Francisco algo consensual entre a população, considera Marques Mendes. “O Papa diz as verdades todas com um sorriso, com uma convicção e uma bondade que são absolutamente desarmantes”.

Para o antigo líder do PSD, a Jornada Mundial da Juventude é “o acontecimento do ano em Portugal” com vários momentos de destaque: desde a frase “na Igreja há espaço para todos; todos, todos, todos” à emoção que cresceu “de dia para dia” ao longo desta semana.

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