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Moçambique concorre a um dos dez lugares reservados aos membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU para o mandato 2023/2025. Na sede da União Africana, Filipe Nyusi agradeceu o apoio à candidatura moçambicana e prometeu defender o continente.
No decurso da 35a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, que terminou ontem em Addis Abeba, Etiópia, o presidente de moçambicano no decurso dos trabalhos, defendeu a candidatura de Maputo ao posto e agradeceu o apoio da organização pan-africana.
“Permitam-nos que manifestemos o nosso apreço antecipado aos países africanos pelo apoio da candidatura do nosso país a membro não permanente do Conselho Segurança das Nações Unidas para o período 2023-2024. Moçambique pretende dar a sua contribuição em defesa dos interesses de África”.
As eleições para o Conselho de Segurança das Nações Unidas terão lugar no próximo mês de Junho. A candidatura moçambicana tem o apoio da SADC e da União Africana (UA), além de manifestações de encorajamento no seio da CPLP.
O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros, cinco permanentes e dez não permanentes que são eleitos pela Assembleia-Geral para um mandato de dois anos.
Aquando do lançamento da campanha de candidatura de Moçambique a membro não-permanente do Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas para o período 2023-2025, Filipe Nyusi, sublinhou que o seu país reúne todas as condições para ser eleito.
As eleições vão decorrer em 2022 e o mandato de dois anos arranca a 1 de Janeiro de 2023, terminando a 31 de Dezembro de 2024.
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