Dotar as populações do interior de condições mínimas de vida.
Existem diferenças entre as caixas Multibanco e as ATM mas não são relevantes para esta reflexão. Relevante é refletir sobre a falta de solidariedade das entidades bancárias, em particular aquelas que têm lucros anuais de elevada expressão e que teimam em ser pouco solidárias com todos aqueles que vivem por esse “Portugal Profundo”. Também o Governo e as tão em voga folgas orçamentais não dão a mínima atenção ao assunto.
Recorde-se, por exemplo, que uma das bandeiras da Associação Nacional de Municípios era ter uma caixa multibanco em cada freguesia e assim dotar as populações do interior de condições mínimas de vida, mas esse sonho está longe de ser concretizado. Percorrem-se dezenas de quilómetros no interior e percebe-se que a intenção continua a ser uma perfeita miragem. O simples levantamento de dinheiro para as lides da economia informal que está cheia de força, o carregamento de um telemóvel, ou o simples pagamento de serviços, incluindo os do Estado, obrigam muitos a uma incómoda viagem, o que não é seguramente compaginável com um País que se pretende na linha da frente europeia. É esta a reflexão, simples, mas contundente…
Existem diferenças entre as caixas Multibanco e as ATM mas não são relevantes para esta reflexão. Relevante é refletir sobre a falta de solidariedade das entidades bancárias, em particular aquelas que têm lucros anuais de elevada expressão e que teimam em ser pouco solidárias com todos aqueles que vivem por esse “Portugal Profundo”.
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