O objetivo é melhorar “a coordenação e a mobilização dos esforços internacionais em matéria de ajuda à segurança, trabalhando em estreita colaboração com a polícia nacional haitiana, os parceiros internacionais e as Nações Unidas”, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, em comunicado.
Ao desempenhar o papel de interlocutor entre a comunidade internacional e as autoridades haitianas, o Canadá está determinado em “apoiar soluções realizadas pelos haitianos”, assegurou a ministra Mélanie Joly.
Este anúncio é feito mais de seis meses depois do apelo do primeiro-ministro haitiano, divulgado pela ONU, a enviar uma força armada internacional para lutar contra os gangues. Poucos Estados se voluntariaram e nenhum se disponibilizou para liderar tal operação.
Otava tenciona abrir um escritório “este verão” na República Dominicana, fronteiriça do Haiti, para assegurar a sua missão de coordenação.
A ministra dos Negócios Estrangeiros canadiana acrescentou ainda dois antigos senadores à lista das elites haitianas sancionadas depois de acusadas de apoiarem gangues, o que elevou este total para 21 pessoas.
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