A música de Lamin Fofana movimenta-se entre diásporas e os derrames da história | Música

Lamin Fofana cumpre na prática aquilo que na teoria parece uma missão impossível – ou, pelo menos, uma missão que ficaria sempre incompleta, sempre aquém. Transmuta para a música, para o som, os escritos de pensadores negros como Édouard Glissant, W.E.B. Du Bois, Sylvia Winter, Fred Moten, Amiri Baraka, Saidiya Hartman ou Kamau Brathwaite, em movimentações electrónicas exploratórias e contemplativas, sem palavras, mas pregnantes na sua abstracção, pela potência narrativa, visual, histórica que fazem desabrochar e adensar.

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