Só um time da Série A não tem estrangeiros no elenco; veja quem são os ‘gringos’ Brasileirão – Esportes
Resumindo a Notícia
- Nesta edição do Brasileiro, 96 jogadores são considerados estrangeiros.
- São Paulo conta com 11 estrangeiros no elenco; Cruzeiro é o único sem ‘gringos’ no plantel.
- Cada time pode relacionar até sete estrangeiros por partida.
- De Arrascaeta, Gustavo Gómez e Terans são alguns dos gringos que fazem sucesso por aqui.
De Arrascaeta, Germán Cano e Gustavo Gómez. Estes são apenas alguns dos exemplos de sucesso de jogadores estrangeiros atuando no Campeonato Brasileiro.
A cada temporada que passa, os clubes daqui, atentos ao mercado internacional, apostam suas fichas em contratações de “gringos”. Alguns deles fazem sucesso, outros nem tanto.
Nesta edição da Série A, são 96 jogadores, que nasceram fora do país, abdicaram da cidadania brasileira ou tem dupla nacionalidade, que estão espalhados nos elencos de 19 dos 20 times da série A do campeonato nacional.
O São Paulo é o clube com maior número de “gringos”, com nove jogadores nascidos em países sul-americanos, além de dois atletas (João Moreira e Marcos Paulo, que também tem cidadania portuguesa, e inclusive atuaram pela seleção de base do país europeu.
Por outro lado, o Cruzeiro de tantos craques latinos, como Sorín, Montillo e Marcelo Moreno, é o único clube da elite do país que não conta com nenhum estrangeiro em seu plantel.
Quantos estrangeiros por time podem ser relacionados para um jogo do Brasileirão?
Segundo o Regulamento Geral das Competições da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), deste ano, cada time pode relacionar até sete atletas estrangeiros por jogo.
Art. 54 – Os Clubes poderão relacionar nas súmulas de cada partida até 7 (sete) atletas estrangeiros, excepcionados os registrados como refugiados que, para efeitos das competições coordenadas pela CBF, equiparam-se aos atletas nacionais, sem nenhuma restrição de direitos.
A pauta foi apresentada pelo São Paulo e aprovada pelos outros 19 clubes da primeira divisão. A regra também vale para a Copa do Brasil e outras competições organizadas e referendadas pela CBF.
As nacionalidades
Nesta edição de 2023, além de brasileiros, teremos jogadores de 14 nacionalidades diferentes: Argentina, Uruguai, Equador, Chile, Paraguai, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Estados Unidos, Portugal, Bulgária, Rússia, Ucrânia e China.
Entre eles, nossos hermanos argentinos lideram o ranking, com 30 jogadores atuando na elite do país. Em segundo, vem os uruguaios (20 atletas). Na sequência, os colombianos, (10 atletas), os paraguaios (8 atletas), equatorianos (7 atletas), chilenos (6 atletas); venezuelanos e portugueses (3 atletas cada), estadunidenses e chineses (2 atletas cada), além de um russo, um ucraniano e um búlgaro.
Dupla nacionalidade
Atletas com dupla nacionalidade, como o zagueiro Victor Cuesta, do Botafogo, e o lateral Mário Fernandes, do Internacional, não ocupam uma das sete vagas de estrangeiros.
A regra não se aplica para os atletas com cidadania da China(Aloísio, América-MG; Ricardo Goulart, Bahia, e Alan, Fluminense), da Bulgária (Cicinho, do Bahia) e da Ucrânia (Júnior Moraes) já que os dois países não permitem dupla nacionalidade.
Desta forma, os atletas citados tiveram que abdicar da cidadania brasileira para se tornar cidadãos dos países listados.
Confira a lista dos jogadores estrangeiros atuando na Série A, divida por clubes:
(nomes em negrito indicam a dupla nacionalidade)
América- MG
Emmanuel Martínez e Martín Benítez (Argentina)
Aloísio (China)
Athletico Paranaense
David Terans e Agustín Canobbio (Uruguai)
Bryan García (Equador)
Tomás Cuello (Argentina)
Luciano Arriagada (Chile)
Atlético-MG
Mauricio Lemos (Uruguai)
Renzo Saravia, Rodrigo Battaglia, Matías Zaracho e Cristian Pavón (Argentina)
Eduardo Vargas (Chile)
Bahia
chinesa, com o nome de Gao Late
Jhoanner Chávez (Equador)
Cicinho (Bulgária)
Nicolás Acevedo (Uruguai)
Ricardo Goulart (China)
Lucas Mugni (Argentina)
Botafogo
defensor de pênaltis
Gatito Fernández e Matías Segovia (Paraguai)
Luis Segovia (Equador)
Victor Cuesta, Joel Carli e Leonel Di Placido (Argentina)
Jacob Montes (Estados Unidos)
Corinthians
Bruno Méndez (Uruguai)
Fabían Balbuena e Ángel Romero (Paraguai)
Rafael Ramos (Portugal)
Fausto Vera (Argentina)
Víctor Cantillo (Colômbia)
Júnior Moraes (Ucrânia)
Coritiba
Benjamín Kuscevic (Chile)
Jhon Chancellor (Venezuela)
Jesús Trindade (Uruguai)
Marcelino Moreno (Argentina)
Cruzeiro
Não tem jogadores estrangeiros no plantel
Cuiabá
Pablo Ceppelini e Nicolás Quagliata (Uruguai)
Isidro Pitta (Paraguai)
Flamengo
Guillermo Varela e De Arrascaeta(Uruguai)
Arturo Vidal e Erick Pulgar (Chile)
Fluminense
Jhon Arias (Colômbia)
Germán Cano (Argentina)
Alan (China)
Fortaleza
Brayan Ceballos (Colômbia)
Emanuel Brítez, Tomás Pochettino, Juan Martín Lucero e Silvio Romero (Argentina)
Goiás
Julián Palacios (Argentina)
Grêmio
Kannemann e Franco Cristaldo (Argentina)
Mathías Villasanti (Paraguai)
Felipe Carballo e Luis Suárez (Uruguai)
Internacional
Nicolás Hernández (Colômbia)
Gabriel Mercado e Fabricio Bustos (Argentina)
Mário Fernandes (Rússia)
Johnny (Estados Unidos)
Carlos de Pena (Uruguai)
Charles Aránguiz (Chile)
Palmeiras
Flaco López (Argentina)
Gustavo Gómez (Paraguai)
Piquerez (Uruguai)
Eduard Atuesta e Richard Ríos (Colômbia)
Red Bull Bragantino
Kevin Lomónaco (Argentina)
Leo Realpe e José Hurtado (Equador)
Henry Mosquera (Colômbia)
Ignacio Laquintana e Thiago Borbas (Uruguai)
Santos
Rodrigo Fernández (Uruguai)
Daniel Ruiz e Stiven Mendoza (Colômbia)
Gabriel Carabajal (Argentina)
Miguelito (Bolívia)
Soteldo (Venezuela)
São Paulo
Alan Franco, Giuliano Galoppo e Jonathan Calleri (Argentina)
Robert Arboleda e Jhegson Méndez (Equador)
Nahuel Ferraresi (Venezuela)
João Moreira e Marcos Paulo (Portugal)
Orejuela (Colômbia)
Gabriel Neves e Michel Araújo (Uruguai)
Vasco
Manuel Capasso (Argentina)
Pumita Rodríguez (Uruguai)
Matías Galarza (Paraguai)
Invasão gringa! Quem são os técnicos estrangeiros da Série A do Brasileirão
Time: Flamengo
Nacionalidade: Argentina
De surpresa, o Rubro Negro anunciou na noite desta sexta-feira (14) a contratação do treinador, para substituir Vítor Pereira na área técnica. No país, ele trabalhou no Santos e no Atlético-MG
Time: Fortaleza
Nacionalidade: Argentina
No comando do Leão desde maio de 2021, o argentino já é amplamente considerado o maior treinador da história do clube cearense
Time: Coritiba
Nacionalidade: Portuguesa
Com passagens pelo rival Athletico, e pelo Cuiabá, o português vive início de temporada conturbada, mas ganhou sobrevida no Coxa para o início do Brasileirão
Time: Cuiabá
Nacionalidade: Portuguesa
O português de 47 anos, após passagem por diversos clubes pequenos em seu país natal, desembarcou no Centro-Oeste e já conquistou o título estadual, no início deste mês
Time: Bahia
Nacionalidade: Portuguesa
Com mais de 15 anos trabalhando nas categorias de base do Benfica, de Portugal, o mister foi escolhido pelo Grupo City como o primeiro treinador da SAF do Tricolor de Aço
Time: Atlético-MG
Nacionalidade: Argentina
Após “pistolar” com a diretoria publicamente, Chacho quase acabou demitido, mas o título mineiro e uma cláusula de saída milionária o mantiveram no cargo, pelo menos por enquanto
Time: Botafogo
Nacionalidade: Portuguesa
Escolhido pelo dono do clube, John Textor, como o comandante botafoguense, Castro está no comando do time há mais de um ano, mas a falta de um padrão de jogo e de resultados irrita a torcida, que pede a saída do treinador
Time: Cruzeiro
Nacionalidade: Portuguesa
Contratado após a saída de Pezzolano, o português tem como principal objetivo manter o Cabuloso na primeira divisão, grande objetivo da temporada, segundo Ronaldo Fenômeno, dono do clube
Time: Palmeiras
Nacionalidade: Portuguesa
O grande treinador do futebol brasileiro. Já ganhou tudo com o Palmeiras desde que chegou, em 2020, e segue obstinado por mais taças para a prateleira alviverde
Time: Red Bull Bragantino
Nacionalidade: Portuguesa
Com vasta experiência no futebol internacional, o português de 52 anos chegou a Bragança Paulista para tentar levar o time da empresa de energéticos ao sucesso. Iniciou a temporada com mais baixos do que altos
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