São Tomé e Príncipe: Ministro das Finanças defende inclusão das autarquias

O ministro do Plano, Finanças e Economia Azul de São Tomé e Príncipe, Engrácio Graça, defendeu esta sexta-feira, a necessidade de São Tomé e Príncipe adoptar, o mais breve possível, uma estratégia única de Economia Azul. 

O Ministro fez estas declarações depois de reunir com um consultor do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Josef Katanzano, e disse que esta estratégia é para servir o país e deve ser configurada em lei pela Assembleia Nacional. 

Engrácio Graça disse que “adaptação dessa estratégia em lei vai, certamente, ser utilizada por qualquer Governo e ganha obviamente mais solidez, numa perspectiva de melhor servir a Nação”.

O ministro acrescentou que “além de acções de carácter urgente, da Estratégia de Economia Azul, além de parceiros internacionais, deve-se envolver, nomeadamente as autarquias e entidades da Região Autónoma do Príncipe”. 

Já oKatanzano disse “que vários parceiros multilaterais e bilaterais mostram-se disponíveis para se avançar com uma estratégia nacional de Economia azul em São Tomé e Príncipe”. 

Dos parceiros multilaterais, destacou designadamente apoios financeiro e técnico da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Mundial (BM) e da União Europeia (EU), ao qual se acresce a Comissão Oceanográfica Internacional da UNESCO, bem como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCEDE) e dos Institutos Nacionais de Estatísticas de Portugal e de Cabo Verde. 

Para Josef Katanzano, São Tomé e Príncipe caso capitaliza esses parceiros e configura-los numa estratégia nacional a adoptar, viabilizará progressos substanciais, ao médio Prazo, na área de Economia Azul. 

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