O líder do Movimento para a Democracia (MpD), Ulisses Correia e Silva, avançou que o problema de funcionalidade da Câmara Municipal de São Vicente vai ser resolvido “brevemente”. Isto porque, explicou à “Inforpress”, existe uma base de acordo com a UCID para ultrapassar as dificuldades.
“Temos uma Câmara Municipal com um presidente legitimamente eleito, mas o problema de funcionalidade da Câmara e a governabilidade será ultrapassado brevemente, porque já há uma base de acordo com a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID) e creio que tudo estará em linha para ultrapassar as dificuldades”, declarou àsaída de um encontro com militantes do MpD em São Vicente.
Este ano, o município de São Vicente está em regime de duodécimos, uma vez que a Câmara Municipal não aprovou os instrumentos de gestão, entre os quais o Orçamento Municipal e o Plano de Atividades para 2023.
O motivo deve-se a um desentendimento que impede as reuniões camarárias entre os autarcas dos três partidos que compõem o executivo camarário, que são o MpD, partido que elegeu o presidente da Câmara de São Vicente e mais três vereadores, a UCID, que elegeu três vereadores, e Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), que elegeu dois autarcas.
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